Crônica #5: Decepção

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A vida e cheia dessas coisas. Cheia de estragar os UBVKYJpequenos prazeres que  nos proporciona. O cheiro do café pela manha é maravilhoso, encorpado, forte, de dar agua na boca, ate se perceber o cheiro estranho no ar,e um pequeno desespero percorrer seu corpo, e por assim seu dia começar com uma leve decepção, de ter um dos pequenos desejos roubados.

Mas, as vezes a decepção te proporciona uma outra visão não observada ate então.

Por que não um leite com chocolate? Ou suco? Tentar algo diferente.

Isso pode acontecer para que você saia da rotina, da mesmice. Faça coisas diferentes do que esta acostumado a sempre fazer. Quem sabe quando o  ‘café’ queimar, não é para tentar outras coisas ao invés de seguir a sua rotina?

Repense.

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Crônica #4: Pessoas

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menino-na-janela-tremLá esta você, sentada no banco, enquanto eu apenas observo de dentro do onibus.

Por dentro, memorias estão voltando. Aquelas conversas sem sentido, apenas para jogar tempo fora. Hoje, nem ao menos um ‘Oi’.

Não estaria em posição de exigir muito. No mais quem quer, corre, cumprimenta, puxa assunto, estica a conversa. Apenas observei.

Aparentemente não fui notado. Não gosto de chamar a atenção, mas isso não iria fazer mal algum.Olha para os lados, parece estar esperando alguém. Será seu noivo, seu irmão, seu pai?

O onibus liga, ela olha para frente, e me reconhece. Um sorriso. Um aceno.

Sim, ainda se lembrava de mim.

Falando Sobre #1: A Menina Que Roubava Livros

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A-Menina-que-Roubava-Livros-posterEstreia:31/01/2014

Direção:Brian Percival

Gênero:Drama

Adaptado do livro de Markus Zusak.

Nota: 7/10

Baseado no livro de Mark Zusak, A Menina Que Roubava Livros chegou aos cinemas no final de janeiro, com altas expectativas pelo publico. Mas será que realmente foram atingidas?

A fotografia digna de uma indicação ao Oscar, as paisagens, cenários, roupas dos personagens, tudo foi bem pensado para que o telespectador sinta como era a época, e como foi a guerra.

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Como toda adaptação de livro, diversas coisas foram cortadas ou reduzidas para que o filme tivesse sentido.

Enquanto o livro (obviamente) explica a passagem de diversos personagens pela historia. O filme focou somente nos personagens principais.

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Faltou um certo carisma nos personagens, Hans é o único que deixa transparecer isso, os outros parecem sempre estar lendo o script do filme ou ate mesmo trechos do livro. Nada parece natural.

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Uma das coisas que a direção erra é na condução dos acontecimentos.  Devido a falta de explicação, muitas coisas que acontecem, como a chegada de Max a casa dos Huberman e a escolha do Pai de Stainer a guerra, acabam ficando sem ligação com os outros acontecimentos do filme.

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Quem leu o livro, sabe que faltou muita coisa, acontecimento interessantes foram deixados de lado, e uma parte importante do livro foi cortada.

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Enfim, o filme errou na direção, na caracterização dos personagens e na adaptação. Mas tem uma ótima fotografia, um trilha sonora sutil e um fim condizente com o ritmo do filme.

Nota: 7/10

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